A ferramenta por trás do método. Do processo em escopo ao FSDD conferido, com uma regra em código entre cada etapa e uma parada humana onde a decisão é cara. Roda na sua conta, com a sua chave e o seu template.
O que a ferramenta faz
Não é assistente e não é agente. É um fluxo fixo. O modelo lê, decide e escreve; o código conta, compara, monta e valida. Quem reprova é regra em Python, nunca o julgamento do modelo sobre o próprio texto.
| Etapa | O que entra | O que o portão exige |
|---|---|---|
| Processo | Arquivo .bpmn do Signavio ou do Cloud ALM, ou a lista de passos colada | Todo passo classificado como fit ou gap. Passo esquecido trava |
| Requisitos | Processo, material do workshop, seus guias | Frase literal de 4 a 12 palavras, existente e dentro da seção declarada |
| Gap | Requisitos, catálogo do standard por busca com fonte | Alternativas standard examinadas e rejeitadas, cada uma com fonte |
| Delta | Gap liberado, material do workshop | Requisito sem gap, ou gap sem delta, reprova |
| Especificação | Definição liberada | Onze classes decididas, célula de decisão preenchida, lógica por entregável |
| FSDD | Todos os artefatos aprovados | Toda linha normativa da fonte presente, e revisão feita por outro modelo |
O diferencial
Decidir que o standard não serve é a afirmação mais cara de um programa SAP. Ela vira construção, teste, upgrade e dívida de Clean Core para sempre. Hoje ela é registrada numa linha de planilha escrita por quem estava na sala.
Conferir isso tem um limite lógico que precisa ser dito antes de qualquer promessa.
Na prática, o portão reprova quando a lista de alternativas está vazia, quando a classe "não existe no standard" vem com uma alternativa só, quando falta a fonte de alguma, e quando o nível de extensibilidade declarado não bate com a tecnologia descrita mais adiante no próprio documento.
Liberar assim mesmo continua possível, e é decisão legítima. O que não acontece é sumir: a liberação entra no FSDD entregue, com o motivo e o nome de quem liberou.
A aplicação
Cada uma responde uma pergunta que hoje se responde por e-mail, planilha ou memória.
Seu template, seus guias, a régua de portões, a credencial e o teto de gasto. É o que separa dois clientes que escrevem FSDD de jeitos diferentes.
Os passos importados, verde onde é fit, vermelho onde há gap, cinza onde ninguém olhou. A cobertura do escopo numa tela.
Um cartão por gap, com as alternativas standard examinadas, a fonte de cada uma e o motivo da rejeição.
As etapas, o relatório de cada portão, as pendências com dono e as decisões que faltam preencher.
O FSDD montado, o processo pintado, as pendências e a tabela de pontos liberados com ressalva.
Quem rodou, quem liberou, quem respondeu, quando, e com qual versão de instrução e de modelo.
Segurança e dados
Respondidas a partir da leitura do código, não da intenção de projeto. Onde o controle não existe, está escrito que não existe.
| Pergunta | Resposta |
|---|---|
| Conecta ao nosso S/4HANA? | Não. Nenhum acesso a sistema, nenhuma leitura de dado de negócio, nenhum agente dentro da sua rede. Entra documento, sai documento |
| O conteúdo sai da organização? | Sim, para o provedor do modelo. É a natureza da ferramenta e não some. Por isso a chave e o endpoint são seus |
| Quem paga o modelo? | Você. A credencial é do parceiro, com contrato de camada paga, e a ferramenta aceita endpoint corporativo ou gateway próprio |
| A chave pode vazar? | Fica cifrada, é decifrada dentro da função, vai ao provedor em cabeçalho e nunca na URL, e é removida de toda mensagem de erro antes de sair |
| O documento fica gravado? | Cifrado, com retenção que você define por espaço de trabalho, e um botão de apagar agora. O apagamento entra na trilha |
| Tem busca na internet? | Opcional e desligada por padrão. Quando ligada, a consulta vai ao mecanismo de busca, e isso precisa estar coberto pela sua liberação |
| E documento com instrução maliciosa? | Os blocos de entrada são declarados ao modelo como dados, não instruções. É mitigação, não garantia: o que limita o dano é o portão em código e a parada humana |
| Tem trilha de auditoria? | Sim, central, por espaço de trabalho. Quem rodou, liberou e respondeu, com data do servidor |
O que ainda não existe. Certificação SOC 2 e ISO, SSO corporativo e residência de dado em região específica não estão prontos. Se o seu processo de fornecedor exige qualquer um dos três, este é o momento de dizer, porque hoje a resposta é não.
Formato comercial
Não é por assento. Assento coloca a ferramenta na mesma prateleira do copiloto que a sua empresa já licencia, e o valor aqui não está na pessoa: está no documento.
Vale enquanto o programa durar. Sai do orçamento do projeto, não do overhead da prática, que é o que faz a compra caber no calendário de quem decide.
Cresce com o uso real, com teto por espaço de trabalho para não virar conversa de fatura surpresa.
Seu template, seus guias e a régua de portões ajustada ao seu jeito de escrever. É trabalho que acontece de qualquer forma, e entra na licença.
Saem dos três primeiros parceiros. Quem entra no acesso antecipado ajuda a definir e trava o valor por doze meses.
Estado do produto
Um produto em acesso antecipado que esconde a própria régua não merece a avaliação. Esta seção fica desatualizada de propósito, e é atualizada a cada entrega.
.bpmnTrês parceiros entram agora e ajudam a definir a régua. Depois disso o produto fecha e o preço sobe.